MINERAÇÃO E JUSTIÇA NAS ÁGUAS DE ITAÚ DE MINAS (2004-2017)

Autores

Palavras-chave:

Mineração, Justiça, Itaú de Minas

Resumo

Esse artigo contribuirá para uma interpretação diferente da fábrica de cimento
na história de Itaú de Minas. Lembrada pelos contadores da história oficial como
causadora do “progresso” e “empregos”, os seus custos socioambientais são esquecidos
pela memória. Então vamos desenterrar essas histórias dos porões do judiciário? A partir
dos estudos de processos do Ministério Público contra a mineradora por “crimes
ambientais” nos principais afluentes d’água do município, veremos alguns
acontecimentos entre a fábrica, a sociedade e o local que merecem destaques para
entendermos a dinâmica desse empreendimento com as formas de vida à sua volta.

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Biografia do Autor

Gustavo Fernandes Domingues, Universidade Federal de Uberlândia

Pós-graduando no curso de mestrado acadêmico em História pela Universidade Federal de Uberlândia - Campus Santa Mônica, onde investiga a relação entre fábrica de cimento (Votorantim Cimentos), sociedade civil (Itaú de Minas) e Ministério Público no cometimento de "crimes ambientais". Bacharelado e licenciado em História pela Universidade Federal de Uberlândia (UFU), pelo Instituto de Ciências Humanas do Pontal (ICHPO). Realiza pesquisa sobre a região de Itaú de Minas - Minas Gerais, nas áreas da Memória (emancipação política e administrativa) e História Ambiental (o setor de mineração, tendo como objeto a fábrica de cimento da região estudada - Companhia de Cimento Portland Itaú/Votorantim Cimentos). E-mail: gustavo.domingues@ufu.br.

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Publicado

2026-04-12

Como Citar

FERNANDES DOMINGUES, Gustavo. MINERAÇÃO E JUSTIÇA NAS ÁGUAS DE ITAÚ DE MINAS (2004-2017). Cadernos de História, Belo Horizonte, v. 26, n. 44, 2026. Disponível em: https://periodicos.pucminas.br/cadernoshistoria/article/view/35880. Acesso em: 18 abr. 2026.