A EXPERIÊNCIA MÍSTICA ENTRE A PSICOLOGIA E A METAFÍSICA
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Resumo
O objetivo deste artigo é discutir o tema da “experiência mística” à luz da obra As variedades de experiência religiosa (1902), de William James. Examinar os diferentes tipos de estados místicos de consciência nos permitirá avaliar de que modo a filosofia poderia pensar o misticismo sem ultrapassar os limites da experiência. Como fio condutor deste estudo, assumimos a hipótese de que o tratamento pragmatista conferido por James
à religiosidade privilegia certos aspectos psicológicos do misticismo, sem ceder às tendências mais especulativas que buscam no místico um modelo para a compreensão da verdade metafísica.
à religiosidade privilegia certos aspectos psicológicos do misticismo, sem ceder às tendências mais especulativas que buscam no místico um modelo para a compreensão da verdade metafísica.
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Como Citar
ZUNINO, Pablo Enrique Abraham. A EXPERIÊNCIA MÍSTICA ENTRE A PSICOLOGIA E A METAFÍSICA. INTERAÇÕES, Belo Horizonte, v. 6, n. 10, p. 95–108, 2013. Disponível em: https://periodicos.pucminas.br/interacoes/article/view/6203. Acesso em: 2 abr. 2026.
Seção
DOSSIÊ FILOSOFIA DA RELIGIÃO (I)
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