DURKHEIM, A EDUCAÇÃO BANCÁRIA E ESCOLA SEM PARTIDO

  • Marco Antônio Delmondes Kumaira Centro Universitário UNA-BH
  • Teodoro Adriano Costa Zanardi PUC MINAS
Palavras-chave: Durkheim. Educação Bancária. Escola Sem Partido.

Resumo

Os movimentos conservadores brasileiros contemporâneos têm investido sobre o conhecimento escolar de forma singular neste início de século XXI. As discussões têm pautado o conhecimento que deve ser distribuído nas escolas, a censura ao trabalho docente, a crença de que os educandos e a educandas são tábulas rasas e podem ser “doutrinados” pelos/as educadores/as. Dentro desse contexto, vale resgatar um clássica da Sociologia e da Sociologia da Educação que traz visões e concepções articuladas com as questões contemporâneas, pois Émile Durkheim (1858-1917), pai da Sociologia e defensor do funcionalismo, tem muito a dizer para a compreensão de movimentos que desejam a naturalização de um mundo que se ignore a diferença e a dissidência. Assim, através de uma pesquisa bibliográfica e tematizando a educação escolar e seus desafios, pretende-se conjugar a visão de Durkheim com o debate sobre Escola Sem Partido, o papel do educador e a suposta passividade dos educandos. 

Biografia do Autor

Marco Antônio Delmondes Kumaira, Centro Universitário UNA-BH

Graduado em Direito pela PUC Minas. Especialista em Direito pelo IEC-PUC Minas. Mestrado em Direito pela Universidade de Nova Iguaçu. Doutor em Educação pela PUC Minas. Professor de Direito no Centro Universitário UNA-BH. Advogado.

Teodoro Adriano Costa Zanardi, PUC MINAS

Graduado em Direito pela PUC Minas e Pedagogia pela FUMEC. Mestre em Direito pela PUC Minas. Doutor em Educação: currículo pela PUC São Paulo. Professor do Departamento de Educação da PUC Minas. 

Publicado
09-03-2020
Como Citar
Kumaira, M. A. D., & Zanardi, T. A. C. (2020). DURKHEIM, A EDUCAÇÃO BANCÁRIA E ESCOLA SEM PARTIDO. @rquivo Brasileiro De Educação, 7(16), 130-153. https://doi.org/10.5752/P.2318-7344.2019v7n16p130-153