É importante começar dizendo que há várias semióticas, e não apenas uma forma de pensar o signo e os processos de significação ou de fazer sentido. Há, por exemplo, aquilo que Umberto Eco aponta em seu Semiótica e filosofia da linguagem: as semióticas específicas se debruçam sobre sistemas especializados de produção de sentido. Temos, assim, as semióticas discursivas, as fílmicas, as médicas, e assim por diante. Todas, contudo, assumem uma tarefa única vis-à-vis seus objetos de escolha: todas procuram interpretar aquilo que é percebido como sinal e m sua relação com o fenômeno assinalado pelo sinal.
Publicado: 26-12-2016

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