ENSINO, EPIDEMIAS E HISTÓRIA: como o estudo histórico tentou nos alertar sobre o eterno retorno dos acontecimentos

  • Giovanna de Campos Mauro Unicamp
  • Sergio Mauro Unesp
Palavras-chave: História. Ensino. Marc Bloch. Memória. Brasil.

Resumo

A fundação das primeiras escolas jesuítas no Brasil apenas 49 anos depois de seu descobrimento não impediram que a difusão do ensino, mais especificamente, do ensino de história, ocorresse de forma tardia e lenta. É de se esperar, como consequência, que o seu povo não tenha afinidade com o estudo da disciplina iniciada por Heródoto, na Antiguidade Clássica. O presente artigo almeja, dessa forma, demonstrar como a falta de consciência histórica, herança da colonização de uma metrópole que não considerou a educação uma prioridade, se reflete no modo brasileiro de lidar com crises mundiais, nesse caso, com a atual pandemia causada pelo vírus COVID-19. 

Biografia do Autor

Sergio Mauro, Unesp

Doutor e mestre em letras pela USP, São Paulo-SP, com pós-doutorados pela Università degli Studi di Siena, Università di Bologna e Scuola Normale Superiore. Professor-assistente aposentado na Faculdade de Ciências e Letras - campus de Araraquara – da Unesp, onde foi coordenador da área de italiano.

Publicado
16-07-2020
Como Citar
de Campos Mauro, G., & Mauro, S. (2020). ENSINO, EPIDEMIAS E HISTÓRIA: como o estudo histórico tentou nos alertar sobre o eterno retorno dos acontecimentos. @rquivo Brasileiro De Educação, 7(16), 344 - 362. https://doi.org/10.5752/P.2318-7344.2019v7n16p344 - 362