Poderes Emergentes: ¿Todo es sólo Para La Foto? El Caso de Brasil

  • Clarisa Giaccaglia Facultad de Ciencia Política y Relaciones Internacionales Universidad Nacional de Rosario - Consejo Nacional de Investigaciones Científicas y Tecnológicas (CONICET)

Resumo

Muito tem se falado nos últimos anos sobre o crescente protagonismo dos poderes emergentes. A temática se tornou num assunto de discussão acadêmica e jornalística incluindo posições bem diversas. Nesse sentido, cabe a pregunta: que classes de atributos estão definindo conceitualmente aos poderes emergentes? Quem são os agentes encarregados de delinear e difundir tais conceitos? Quais são seus interesses? Que consequências acarretam para a formulação das políticas externas dos Estados? O trabalho começa com uma breve percurso conceitual e como as teorias têm considerado a posse e distribuição de poder. Posteriormente, foca-se no caso do Brasil a partir do século XXI. Nesse sentido, parte-se da ideia de que a política externa brasileira – de modo similar à de outros poderes emergentes – encontra-se cada vez mais conformada e condicionada por variáveis comunicacionais mundiais. Isto é, frente à necessidade reafirmar a condição de “emergente”, tem se convergido a uma consideração crescente do “olhar da comunidade internacional” e da própria “imagem nacional”. Desta maneira, a questão das expetativas e das percepções recíprocas adquire uma especial importância

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Biografia do Autor

Clarisa Giaccaglia, Facultad de Ciencia Política y Relaciones Internacionales Universidad Nacional de Rosario - Consejo Nacional de Investigaciones Científicas y Tecnológicas (CONICET)
Publicado
09-07-2014
Como Citar
Giaccaglia, C. (2014). Poderes Emergentes: ¿Todo es sólo Para La Foto? El Caso de Brasil. Estudos Internacionais: Revista De relações Internacionais Da PUC Minas, 2(1), 101-116. Recuperado de http://periodicos.pucminas.br/index.php/estudosinternacionais/article/view/7165