INGMAR BERGMAN E A FILOSOFIA EXISTENCIAL: NOTAS SOBRE O FRACASSO E A MATURIDADE AMOROSA
DOI:
https://doi.org/10.5752/P.2177-6342.2016v7n13p462Abstract
O presente texto visa analisar a experiência cinematografia de Ingmar Bergman, e principalmente seu filme Monika e o Desejo, como também vários autores da filosofia da existência, para refletir sobre o fracasso e a maturidade amorosa. Com relação à filosofia existencial são salientados os autores Jean-Paul Sartre e Albert Camus. Com relação ao primeiro filósofo aponto, principalmente, a sua visão das relações humanas como conflitivas, a vontade de solidão dos amantes, o ser em abertura para o outro, como também a liberdade. Com relação ao segundo filósofo saliento o seu conceito de “absurdo” e as relações que podem se tornar mecânicas, o mundo que pode desmoronar na perda de sentido. Ao final do texto tento esboçar algumas hipóteses, sobre uma famosa cena deste filme. Trata-se do plano-olhar de Monika que foi comentado por Jean-Luc Godard. É exatamente esta cena o cume sobre estas notas do fracasso e também da maturidade amorosa.
PALAVRAS-CHAVES: Filosofia da existência. Fracasso amoroso. Amor. Ingmar Bergman.Downloads
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