Pluralismo religioso e transformação social-eclesial
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Resumo
Parte-se neste artigo de um questionamento histórico do fenómeno religioso pós-modernidade, revisitando os “Mestres da Suspeita” (os três clássicos citado por Paul Ricoeur, mais Feuerbach), procurando detetar as “perversões” da Religião. Apresenta-se a Espiritualidade como algo diferente da Religião (podem reforçar-se ou não). A Espiritualidade como sendo mais a expressão das antigas tradições espirituais e a Religião como sendo a suas formulações históricas. Defende-se uma Espiritualidade Holística que procuraria as convergências entre todas as tradições espirituais. A partir daqui examinam-se alguns dos principais desafios contemporâneos, nomeadamente o neoliberalismo, a posmodernidade, assim como as questões relativas à Justiça, Paz e Ecologia. Aponta-se como saída para um novo paradigma: o Holismo. Finalmente, pretende-se conjugar o paradigma holístico com o paradigma da Teologia da Libertação. Neste sentido, conclui-se o artigo com questões práticas: o problema das mediações do Reino de Deus (são as Igrejas cristãs, hoje, mediadoras do Reino? E a Vida Religiosa?), os temas inadiáveis da justiça, paz, respeito ecológico, opção pelos mais pobres e oprimidos, procura de um modelo económico não-capitalista e de democracia mais direta, a necessidade da não-violência ativa, a presença da Graça no meio das mediações estratégicas-táticas e a Espiritualidade prática (“Caminho do Silêncio”) no seguimento do Mestre da Galileia.
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