Debate actual da secularização: teorias adeptas versus teorias adversárias
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Resumo
Este artigo tem como objectivo organizar as teorias da secularização de forma diferente, assentando-as em filiações filosóficas/sociológicas e em níveis de análise. Para tal, como método, usa-se a análise comparada de conteúdo das teorias e/ou dos trabalhos mais relevantes dos principais autores. As teorias podem dividir-se em dois grupos principais, adeptos e adversários da secularização. Enquanto os adeptos se afiguram como aprofundamentos e ajustamentos das teorias clássicas à realidade contemporânea, advogando sobretudo a religiosidade individual, os adversários apresentam concepções diferentes das teorias clássicas da secularização, defendendo a permanência da religiosidade institucional. No primeiro grupo encontram-se as teorias pós-clássicas e as teorias da individualização, enquanto no segundo grupo apresentam-se o modelo económico, as teorias do regresso e as teorias histórico-culturais. Weber e Durkheim, e as correntes epistemológicas que representam, são a maior influência das várias teorias existentes, umas mais descendentes do primeiro, outras do segundo. O modelo económico distingue-se das restantes teorias por ser a única que não é influenciada por Weber e que é influenciada pelo empirismo anglo-saxónico.
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