As religiões na sociedade pós-industrial: leitura sociológico-filosófico-teológica
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Resumo
Pergunta-se: que lugar e que função podem ter as religiões no contexto pós-industrial? A pluralidade religiosa constitui um mal a ser eliminado? É uma realidade negativa, pecaminosa, contrária a vontade de Deus? Ela deve ser atribuída ao poder do demônio, sendo feita de politeísmo, de idolatria e de práticas imorais? Qual o sentido ou significado sociológico, filosófico e teológico das religiões, hoje? Embora haja muitas discordâncias quanto à determinação do lugar a ser ocupado pelas religiões, há uma aprovação por parte de muitos intérpretes: a afirmação de que as religiões são elementos imprescindíveis. Elas são espaços de articulação do sentido da vida; se revelam aptas a exercer funções na vida individual e social. A pluralidade das religiões é, portanto, um fenômeno de fato. Ao lado das grandes religiões, flutuam os novos movimentos religiosos: movimentos evangélicos; Renovação Carismática Católica; movimentos de vida comunitária; a Nova Era. Enfim, ligadas aos novos movimentos, encontram-se religiões individuais e privadas, construídas a partir dos ideais da modernidade e da ecologia. Acrescenta-se a todo este quadro religioso aquilo que Tillich chamou de as “quase-religiões”: religiões humanistas do progresso, da liberdade e da igualdade.
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