Apologia do fragmento: Pertinência teológica da sinfonia adiada de Christian Duquoc
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Resumo
O artigo se situa no âmbito do diálogo inter-religioso, um dos grandes paradigmas da teologia atual. Após o Concílio Vaticano II, que tratou da salvação dos não cristãos e dos membros de outras religiões, a teologia aprofundou sua abordagem do tema e apareceram propostas variadas para o diálogo inter-religioso. Aos teólogos se impôs o desafio de conjugar a necessidade constitutiva de Jesus Cristo para a salvação de todos e o lugar das outras tradições religiosas no plano de salvação de Deus. A proposta do teólogo católico francês, Christian Duquoc, chamada por ele de sinfonia adiada, reclama atenção por sua singularidade ao afirmar o lado positivo das divisões e fragmentos. Sua abordagem se situa no âmbito da teologia católica surgida após o Concílio Vaticano II, na qual se encontram perspectivas diversas para o diálogo inter-religioso. Sua teologia acentua o papel do Espírito Santo na construção da unidade possível na diversidade dos fragmentos. O presente artigo avalia a pertinência teológica da proposta do teólogo francês para o diálogo inter-religioso.
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