Uma análise do corpo através da performance sensorial em a História da Eternidade

Autores

DOI:

https://doi.org/10.5752/P.2237-9967.2026v15e37670

Palavras-chave:

Performance sensorial, A história da eternidade, Fala, Regime de atrações

Resumo

Este artigo analisa a performance sensorial da música Fala, no filme A história da eternidade (2014), investigando como o cinema pode utilizar a tríade corporal para criar sensações estéticas, afetivas e emocionalmente envolventes, oferecendo novas perspectivas sobre a narrativa e a construção de significados. Metodologicamente, realiza-se uma análise fílmica de cunho estético-discursivo, detendo-se na decupagem da cena em articulação aos conceitos de regime de atrações, silêncio, fotogenia e afeto encarnado. Conclui-se que a performance pode ser entendida como um regime de atrações ao suspender momentaneamente o fluxo narrativo, instaurando um espaço de experiência sensorial expandido, onde o corpo na tela deixa de ser funcional à trama para existir pelo puro prazer da presença, do afeto e da expressão; permitindo evocar uma experiência espectatorial visceral profunda através de uma imersão corporal completa.

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Biografia do Autor

Andreia Lourenço dos Santos, Universidade Federal da Paraíba - UFPB/Doutoranda

Doutoranda em Letras pela Universidade Federal da Paraíba (PPGL/UFPB), é Mestra em Ensino pelo Instituto Federal do Rio Grande do Norte (IFPB) e servidora técnica-administrativa da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (Uern). Licenciada em Letras, língua Portuguesa com especialização em Letras, Linguística e Literatura. 

Referências

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Publicado

24-08-2026

Como Citar

SANTOS, Andreia Lourenço dos. Uma análise do corpo através da performance sensorial em a História da Eternidade. Dispositiva, Belo Horizonte, v. 15, 2026. DOI: 10.5752/P.2237-9967.2026v15e37670. Disponível em: https://periodicos.pucminas.br/dispositiva/article/view/37670. Acesso em: 24 ago. 2026.